El color como signo de transformación del entorno subjetivo. Memoria sensible, la piel y el mundo

  • Cristina Basualdo Bodart
Palavras-chave: cor memória sensível, identidade, pertencimento, experiência pessoal

Resumo

O texto explora a relação entre cor, memória e identidade. A partir da experiência pessoal e da percepção sensível, a cor torna-se um signo de transformação do entorno subjetivo. A memória sensível, a pele e o mundo estão intimamente relacionados, e a cor constitui a linguagem que os conecta.

Referências

Bachelard, G. (1957). La poética del espacio. Fondo de Cultura Económica. Basualdo Bodart, C. (s.f.). Pantonario emocional [Episodio de podcast]. Spotify. https://open.spotify.com/episode/1YwCX7v0TgPlyWjpbsSjlV

Jung, C. G. (1970). Arquetipos e inconsciente colectivo. https://ia800303.us.archive.org/23/items/jung-carl-gustav.-arquetipos-e-inconsciente-colectivo-ocr-1970/Jung%2C%20Carl%20Gustav.%20-%20Arquetipos%20e%20Inconsciente%20colectivo%20%5Bocr%5D%20%5B1970%5D.pdf

Pizarnik, A. (1972). Obras completas. Corregidor.

Publicado
2026-06-17
Como Citar
Basualdo Bodart, C. (2026). El color como signo de transformación del entorno subjetivo. Memoria sensible, la piel y el mundo. Cuadernos Del Centro De Estudios De Diseño Y Comunicación, (314). https://doi.org/10.18682/cdc.vi314.13797