Cadê os designers projetando para o gênero? Uma reflexão sobre os paralelos entre Design e Estudos Queer
Resumo
Onde estão os designers projetando para as temáticas de gênero e sexualidade? Porque eles se escondem? Quando Rafael Cardoso analisa a inexistência do “Mundo Real” de Papanek e as transformação na materialização dos objetos, é notório o quanto isso impacta diretamente o Design.
Referências
Cardoso, R. (2013). Design para um mundo complexo. (1a ed.) Cosac Naify.
Gregori, M. F. (2010). Prazeres Perigosos: Erotismo, Gênero e Limites da Sexualidade. Tese de livre-docência – Universidade Estadual de Campinas.
Gregori, M. F. (2011). Usos de sex toys: a circulação erótica entre objetos e pessoas. Mana: Estudos de Antropologia Social, 17(2), 313-336.
Haraway, D. (2009). Manifesto ciborgue Ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX. Antropologia do Ciborgue: As Vertigens do Pós-humano. Autêntica Editora, pp.33-118.
Krippendorff, K. (2000). Design Centrado no Ser Humano: Uma Necessidade Cultural. Revista Estudos em Design, 8(3), 87-98.
Los autores/as que publiquen en esta revista ceden los derechos de autor y de publicación a "Cuadernos del Centro de Estudios de Diseño y Comunicación", Aceptando el registro de su trabajo bajo una licencia de atribución de Creative Commons, que permite a terceros utilizar lo publicado siempre que de el crédito pertinente a los autores y a esta revista.